quinta-feira, 21 de maio de 2009

De sábado pra cá, enfatizando o Lenine

Sábado.

Por volta de 18h do último sábado, meu fim de semana ficou mais interessante com a Virada Cultural de São Bernardo do Campo. Teve show do Nasi. Isso mesmo. Show dele. E eu fui. Pouca gente, muito frio, valeu a pena. Ele cantou músicas dele, algumas do Ira!, fez cover do Raul Seixas e não fez do Iggy Pop, como dizia no folheto da Virada. Mesmo quando terminou o show, a platéia berrava o nome dele e então ele voltou e arrabentou tudo com mais algumas músicas. Arrabentou tudo mesmo. Show memorável.

(aguarde por uma foto aqui.)

Às 21h assisti uma peça de teatro que eu não gostei. À 0h começou o "noitão" de filmes clássicos do Nosferatu/Drácula. Quatro, ao total. Três me agradaram: o Nosferatu clássico, e os dois do Drácula, o do Coppola e o do Tom Browning, com o Bela Lugosi. O que eu não gostei é um remake alemão de Nosferatu. Não gostei mesmo.



Domingo.

Umas 15h, um ótimo show do Vanguart.

(aguarde foto aqui.)

Por volta das 17h30, show do Lenine. Não houve na Virada momento melhor que esse. Nenhum outro. Que homem é esse? Ele é absurdo. Veio de outro planeta, talvez? Melhor show, melhor atração, um dos melhores domingos dos últimos anos. Em toda Virada, não houve momento tão melhor (enfatizando).

(aguarde foto aqui. Mas que saco. Galerias vazias.)

Segunda-feira.

Estava na vibe pós-show: garganta inflamada, gripe e dores no corpo. Valeu a pena. E um trombadinha tentou me assaltar. Não deu certo. Ha-ha. Otário.

Terça-feira.

Movimento minha classe para um abaixo-assinado para darmos cabo do "professor" de Física. Revolução, yeah! Culpa do Lenine.

Quarta-feira.

Nada de tão especial.

Quinta-feira (até agora, 17h25).


Nada de tão especial, fora Grey's Anatomy e o novo álbum da Tori Amos. É, vou sentir falta da Virada.

Mas só para encerrar, deixarei versos do Lenine e um vídeo.

"Não demora eu tô de volta
Vai ver se eu tô lá na esquina
Devo estar!.
Já deu minha hora
E eu não posso ficar
A lua me chama
Eu tenho que ir pra rua
A lua me chama
Eu tenho que ir prá rua...

Hoje eu quero sair só
Hoje eu quero sair só
Hoje eu quero sair só."
Lenine - "Hoje Eu Quero Sair Só"

sábado, 9 de maio de 2009

Música para ser ouvida à noite

Música. Quem realmente gosta de música de verdade (descarte desse leque de opções "artistas" como Ivete Sangalo, Cláudia Leitte e Inimigos da HP), sabe como é. Mas para mim, há uma diferença entre ouvir música de dia e à noite. Algumas músicas se ajustam mais à "vibe noturna", e aí vai uma lista. Se alguém tiver uma recomendação, coloque nos comentários!

E aumente bem o volume.

Vamos começar por Nirvana Blue, da banda Hooverphonic, do álbum Jackie Cane. Para quem gosta de trip-hop nada repetitivo e de qualidade sonora indiscutível, essa é uma ótima opção:



E é claro que não pode faltar Madonna. Minhas recomendações são os álbuns Confessions on a Dance Floor (meu preferido), de 2005 e o clássico Erotica, de 1992.
Aí vão dois vídeos bem marcantes e viciantes:

Rain, do álbum Erotica:



Música de letra no mínimo maravilhosa, clipe de fotografia igualmente maravilhosa, e a voz da Madonna, evidentemente, marcante e viciante.

Agora do álbum Confessions on a Dance Floor, recomendo Forbidden Love:



Quem curte um som mais obscuro, fica a dica de Change (In The House of Flies), dos fodões Deftones, do álbum White Pony, de 2000:



E também Smashing Pumpkins. Recomendo Ava Adore, do álbum Adore, de 1998. Música preferida do álbum preferido:



(Reparem na beleza da baixista D'arcy Wrtezky - a loira que fica perseguindo nosso amigo Corgan.)

Depois tem Rammstein. Eles cantam em alemão, e eu não entendo nada, mas me divirto horrores. Aí está Sonne, do álbum Mutter, de 2001:



A banda The Cardigans lançou um ótimo álbum chamado Gran Turismo, de 1998, que mistura rock alternativo com trip hop e pop, resultando num excelente álbum para se ouvir no decorrer da noite. Quando vocês ouvirem, entenderão. Erase/Rewind:



Fãs da banda de trip-hop Portishead devem estar pensando "onde que está Glory Box?". Pois aqui está. Do álbum Live at Roseland NYC, de 1997:



(Ao vivo é mais contagiante.)

Uma dica suja e underground, fica a de U. R. A. Fever, do The Kills, do excelente álbum Midnight Boom, de 2008.



Para quem curte uma deprê, a dica é o álbum Lost Souls, de 2002, da banda Doves. Escolho The Cedar Room. Uma das minhas músicas preferidas, de uma da sminhas bandas preferidas. É de bater o pé no chão e dar vontade de sair correndo num dia bem chuvoso:



Para finalizar, deixo Smile Like You Mean It, do The Killers, que faz parte do álbum Hot Fuss, de 2002. É a minha música preferida deles. Sinto um fogaréu nas tripas quando a ouço:



Bem, foi muito bom voltar a postar depois de tanto tempo. Espero que todos gostem desse post. Pensei com muito carinho.

E se houver mais alguma idéia, estará nos comentários. Existem MUITAS músicas que à noite, mexem comigo de forma mais intensa e certa.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Novo comercial da Havaianas

Adoro os chinelos havaianas, são ótimos, superconfortáveis e fico feliz por um produto brasileiro de tão boa qualidade ser tão bem visto fora do nosso país.

Diferentemente do produto, os comerciais de televisão da Havaianas nem sempre são tão bons. O último lançado não faz apelo às belas curvas de Juliana Paes, mas retrata como a maioria dos brasileiros são despreocupados e acomodados. Desrespeitando sem a menor cara-de-pau o momento da crise econômica mundial, esse comercial afirma como nosso povo quer viver para futebol, rodas de samba fajuto e cerveja. Veja:



Num momento de crise como esses, não devemos virar as costas para ela, devemos fazer o nosso papel: consumir (de acordo com a condição financeira de cada um) para a nossa engrenagem continuar girando, de forma que todas as outras façam o mesmo e a economia supere essa crise. Vale deixar claro que também não existe necessidade de paranóia, assim como há com a personagem de óculos aí do tal comercial.

Mas não deixa de ser vergonhoso.